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e-Book Heiho. A via da estratégia sob a ótica marcial. Português

EBK/JORDAN9-PORT

S. Jordan Augusto

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Há de se imaginar que desde os primórdios que a elaboração de um ataque sempre obedeceu determinados pontos de observação. Este fator não é atribuído somente ao homem, haja vista que o animal durante a caça estabelece manobras específicas que possibilitam o êxito da investida.
Dentro da movimentação estabelecida como princípio da estratégia, a conquista e defesa do território se tornam protagonistas do desencadeamento das inúmeras manobras de guerra. Lembrando que quando falamos em território, falamos em superfície terrestre de um Estado, seja ele soberano ou não. De acordo com as teorias gerais de Estado, diplomacia, relações internacionais e nacionalidade, o território é uma das condições para a existência e o reconhecimento de um país (sendo os outros dois a nação e o Estado). Por isso, existem determinados casos de entidades soberanas que não são consideradas países, como Estados sem território ou nações sem território. Em geopolítica - estudo da estratégia, da manipulação, da ação no que tange a Estado enquanto organismo geográfico, ou seja, é o estudo da relação intrínseca entre a geografia e o poder; método de análise que utiliza os conhecimentos da geografia física e humana para orientar a ação política do Estado -, também se usa o termo "território" para identificar estados não-independentes e subordinados, até certo grau,  a  um  poder  externo.  Existem  diferentes  categorias  de território, de acordo com as relações de dependência. Não podemos negar que a grande influência para o desenvolvimento de importantes teorias ligadas oa Heiho se deram principalmente no PERÍODO SENGOKU (1573-1576). Sengoku Jidai ou período Sengoku foi a era do país em Guerra. Sen vem do kanji tatakai (guerra) e goku, que vem do kanji kuni, que significa país. Ao acompanhar outro kanji, lê-se koku, e ao se escrever junto, goku. Foi a época das confusões. O governo, sem prestigio algum, não possuia poderio econõmico nem militar. As grandes áres territoriais estavam nas mãos dos senhores feudais e todos possuiam a ambição da unificação e centralização do poder, para tornarem-se chefe supremo. Porém ninguém teve a coragem de execurtar a manobra. Enquanto essa ambição traria o progresso às províncias, trariam também a deteriorização dos laços morais que maracaram um dia a relação entre os senhores e os vassalos. A desconfiança reinava entre os samurai e os códigos de honra haviam sucumbido diante da ganância...  112 pags.
 eBook em formato PDF. Idioma portugues